Confissões

Quando passamos a ser o sujeito do texto, tudo fica mais difícil, principalmente quando o que foi proposto, não tem sido, ou talvez nunca tenha sido o meu ponto forte.
Devo reconhecer que não sou uma leitora de " obras literárias", quem sabe os meus professores que me obrigaram a lê-los sem a menor inspiração sejam os culpados?
Não sou professora de língua portuguesa e por vezes me pego pensando "Como é chata essa nossa língua", principalmente da maneira enfadonha em que eu aprendi...
A minha angústia em fazer diferente com os meus alunos me levou a participar do Curso Alfabetização e linguagem, em busca de novos conceitos, novos horizontes... E encontrei o que procurava.
Por muitas vezes me senti perdida, talvez até um pouco diminuída, mas hoje sou capaz de afirmar que poucos aproveitaram o curso como eu.
Saio com uma nova visão do ensino da língua portuguesa e de vida...
Aprender a ler o mundo a partir do texto, ou a partir do mundo, perceber os diversos textos? Isso é a nossa língua...

Textualidade

O texto é uma unidade de linguagem em uso. Unidade semântica que constitui um todo significativo, unidade formal com características que lhe dão coesão e unidade sociocomunicativa do uso da linguagem.
Fatores de textualidade: Coerência, coesão, intencionalidade, aceitabilidade, situacionalidade, informatividade e intertextualidade

Coerência e Coesão na prática


Para trabalhar elementos de coerência e coesão com nossos alunos, as instrutoras Tamar e Luzia sugeriram a seguinte atividade: Os alunos recebem gravuras diversas, com as quais deverão produzir um texto oral/escrito, relacionando todas as imagens.
Ao lado um texto produzido por um grupo de alunos que recebeu as seguintes imagens: cachorro, mulher lendo, máquina digital, personagens do Cocoricó e prato de sopa

Histórias em quadrinhos




No fáscículo 7, a autora apresenta atividades em que as histórias em quadrinhos permitem trabalhar o diálogo linguístico e a produção da linguagem.

Num primeiro momento lemos histórias da turma da Mônica que estavam disponíveis na biblioteca da escola, em seguida estudamos os padrões dos quadrinhos (balões, sons). A próxima atividade foi completar os balões de acordo com as situações apresentadas. Na sequência analisamos uma história em quadrinhos do Chico Bento, na qual a linguagem falada foi a temática, e finalmente os alunos produziram suas próprias histórias em quadrinhos. O trabalho foi extremamente enriquecedor, eles conseguiram perceber estruturas linguísticas, traços de humor, ironias, expressões dos personagens, além de características próprias dos quadrinhos trabalhados.

Os passos da pesquisa linguística

A pesquisa linguística aplicada a sala de aula passa pelas seguintes etapas:

1° passo: Abordagem tradicional do fenômeno - deverá ser abordada em momentos de revisão, crítica, reformulação ou nova investigação do fato. O professor deve utilizar mais de uma fonte, para demonstrar que não existe unanimidade entre os gramáticos quanto ao certo e o errado.

2° passo: Será a investigação do fenômeno numa perpectiva histórica.

3° passo: Estudo da língua viva.

4° passo: Teorização/explicação (hipóteses)

5° passo: Criticar e reformular a abordagem tradicional.

Percepção

Veja se Consegue achar a cabeça do homem entre os grãos de café!

Livro Didático

Análise do livro didático

Livro: Viver e aprender 4ª série
Autores: Cloder Rivas Martos e Joana D`arque G. Aguiar
Editora: Saraiva

O livro é dividido em 10 unidades. Cada uma com um tema e a partir deste os conteúdos são abordados.

Diversos gêneros são abordados nas unidades, charges, textos jornalísticos, capa de fita de vídeo, fábulas, e mail, poesias, trava-línguas, tirinhas, cartas, literatura de cordel, anúncio)

A linguagem oral também é abordada, propostas de debates na abertura dos temas nos debates propostos.

Algumas questões da gramática são relacionadas ao texto, e permitem que o aluno construa seus conceitos, como por exemplo na página 128 atividade 4 “Observe os três conjuntos de palavras e elabore três regras para o emprego do x.
a) ameixa, caixa, faixa, peixe, baixa
b) enxada, enxame, enxoval, enxaqueca,
c) mexa, mexerica, mexicano, mexer

Porém, a maioria das questões não se aplicam ao texto, a gramática é estanque.

Os comandos das questões são em sua maioria no imperativo (Observe, pesquise, retire, explique, explique)

No final de cada unidade há sugestões de outros textos relacionados ao tema, porém não são interdisciplinares.

O trabalho de sala de aula não pode ficar restrito ao livro.

Desmundo

Na aula asssitimos ao Filme brasileiro "Desmundo", com o objetivo de percebecemos que a língua falada em 1500 é muito diferente da língua de hoje.
A normatização da estrutura linguística se tornou uma necessidade da elite brasileira, que somente através da linguagem escrita estabelecida como padrão (correta), seria capaz de exercer a sua autoridade, o seu poder de dominante.
E a escola assume essa língua carregada de interesses políticos, econômicos, religiosos... e acaba sendo um instrumento de exclusão das classes menos favorecidas, que enxergam a sua língua como errada, marginalizada, própria de quem não tem conhecimento.

Palestra de Lucilia Garcez



A aula do dia 04 de setembro, foi uma palestra da professora e escritora Lucilia Garcez, no stand da Editora Arco-íris, durante a Feira do Livro.

A importância do papel do professor na formação de bons leitores foi o tema principal. Oferecer contato contínuo com a leitura imaginando que a criança não tem um convívio familiar adequado com a literatura; valorizar a leitura relacionando-a a momentos de prazer, são algumas "dicas"da professora Lucilia Garcez.

video

Conheça um pouco mais sobre Lucilia Garcez

Feira do Livro 2008


Tive a oportunidade de visitar a Feira do Livro, com três de minhas alunas. Foi uma experiência muito gratificante, ver aqueles olhinhos brilhando, diante de um mundo de fantasia e imaginação!!!

Gêneros textuais em sala de aula

O trabalho com gêneros textuais aproxima a sala de aula, da vida dos alunos...
As nossas experiências, tudo que temos aprendido no curso, me fez olhar diferente para a minha prática pedagógica. Semana passada como "diversão para casa" fiz a seguinte proposta: Os meus alunos deveriam elaborar uma lista dos produtos que estavam faltando em sua casa, como se fossem a um supermercado, e perguntar a seus pais a preço médio gasto com compras durante o mês. Fiquei muito surpresa com o resultado, pois todos fizeram a atividade e alguns foram além, me trazendo por exemplo, o preço dos produtos listados. A partir dessa atividade além de integrar o assunto com outras disciplinas que estamos estudando, (matemática: divisão, média, fração / ciências: alimentos saudáveis / entre outras) graças ao interesse da turma estou propondo novos textos como por exemplo: "Dicas na hora de ir ao supermercado".
Já estou planejando atividades para o trabalho com bulas de remédios...

Show da Vanessa da Mata - Eu fui...





Na prática

Apliquei em minha turma a dinâmica que aprendemos no curso. A turma deve ser dividida em grupos de aproximadamemte 4 alunos, o professor entrega uma folha com um título para os alunos, que deverão iniciar a história de acordo com o tema e ao comando do professor trocar com um colega, que irá continuar a história. O resultado foi muito positivo. Ainda em grupo ele corrigiram os erros ortográficos, fizeram uso do dicionário, passaram o texto a limpo. Foi uma aula extremamante produtiva.

Aula do dia 28/08

Retomamos o debate sobre gêneros e tipos textuais e estabelecemos algumas características inerente a cada um deles.

Gênero:
  • Histórico;
  • Número amplo;
  • Orientado para um fim específico;
  • Formato estável.

Tipo:

  • Estático;
  • Número restrito;
  • Previsão na escolha do léxico e sintaxe;
  • Base na estruturação linguística.

Comunicação

Características dos gêneros e tipos textuais


Tipos textuais: Designam uma seqüência definida pela natureza lingüística de sua composição. São observados aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas.(Narração, descrição, argumentação, injunção e exposição)
Gêneros textuais: São os textos materializados encontrados em nosso cotidiano. Esses apresentam características sócio-comunicativas definidas por seu estilo, função, composição, conteúdo e canal.
Carta pessoal, comercial, bilhete, diário pessoal, agenda, anotações, romance, resenha, blog, e-mail, bate-papo (Chat), orkut, vídeo-conferência, second Life (Realidade virtual), fórum, aula expositiva, virtual, reunião de condomínio, debate, entrevista, lista de compras, piada, sermão, cardápio, horóscopo, instruções de uso, inquérito policial, telefonema etc.
Fonte: http://www.cintiabarreto.com.br/didatica/generostextuais.shtml

Gêneros Ilimitados




A sociedade evolui, a cultura se transforma e o gênero acompanha o ritmo, se adequando as novas necessidades.

Sugestões para trabalhar com gêneros textuais

Minha leitura compartilhada. Obs: Retirada da internet - não sei a fonte das sugestões.


Trabalhando com gêneros textuais a partir de um texto narrativo (conto)

PÉ-NO-CHÃO
Monteiro Lobato


Fica no extremo da rua o Grupo Escolar, de modo que a meninada passa e repassa à frente da minha janela. Notei que muitas crianças sofriam dos pés, pois traziam um no chão e outro calçado. Perguntei a uma delas:
__ Que doença de pés é essa? Bicho arruinado?
O pequeno baixou a cabeça com acanhamento, depois confessou:
__ É inconomia.
Compreendi. Como nos grupos não se admitem crianças de pé no chão, inventaram as mães pobres aquela pia fraude. Um pé vai calçado, o outro, doente do imaginário mal crônico, vai descalço. Um par de botinas dura assim por dois. Quando o pé de botina em uso fica estragado, transfere-se a doença de um pé para outro, e o pé de botina de reserva entra em funções. Destarde, guardadas as conveniências, fica o dispêndio cortado pelo meio. Acata-se a lei e guarda-se o cobre.
Benditas sejam as mães engenhosas!

Sugestões de 25 atividades

01- Reconte a história do ponto de vista do aluno.
02- Alterar a história.
03- Elaborar outro conto cuja escola fica em um bairro de classe alta.
04- Continuar a história, criando outro desfecho.
05- Elaborar uma Carta do narrador para o diretor pedindo uma revisão das normas escolares.
06- Elaborar uma carta-resposta do diretor para o narrador justificando as normas.
07- Carta do pai de um dos alunos para o diretor.
08- Elaborar uma notícia de jornal denunciando o fato.
09- Elaborar um documento contendo as normas da escola (do conto)
10- Elaborar um texto descritivo da escola
11- Elaborar uma entrevista com a diretora da escola.
12- Elaborar um abaixo-assinado no qual as mães protestam contra as normas da escola.
13- Elaborar um texto opinativo a favor e outro contra sobre a rigidez das normas escolares.
14- Elaborar um diálogo entre os alunos.
15- Elaborar um poema sobre o tema do conto.
16- Criar um gibi a partir do conto:
17- Criar uma charge referente ao assunto do texto.
18- Elaborar frases com mensagens referentes ao conteúdo do conto.
19- Elaborar um texto publicitário sobre a escola.
20- Elaborar um discurso de um político sobre o fato.
21- Reconte a história no estilo de um discurso de Gil Gomes.
22- Elaborar textos opinativos que revelem a opinião dos alunos a respeito das normas escolares.
23- Elaborar um texto para o autor do conto: Monteiro Lobato, opinando sobre a obra.
24- Elaborar um resumo do texto.
25- Elaborar uma peça de teatro baseada nesse conto.

Gêneros e tipos

Começamos a trabalhar com o fascículo 2 que trata dos Gêneros e Tipos. Fiquei um pouco confusa, mas acho que após a aula comecei a entender, principalmente depois que assisti o vídeo postado do blog da Luzia.
Gênero é a forma natural pela qual utilizamos a língua para nos comunicar nas situações formais e informais, orais e escritas. O gênero pode ser usado com função social. Ele acontece independente de estudo. A sociedade evolui e a cultura se transforma, sendo assim são características do gênero: abrangência, tendência a aumentar, dinamismo, cultural e é ilimitado.
Dentro dos gêneros existem vários tipos. Os tipos são: específicos e limitados, podendo ser argumentativos, narrativos, expositivos, descritivos ou injuntivos.
O gênero e o tipo são dependentes do domínio abordado

Aula do dia 31/07

A aula foi muito animada. As tutoras nos levaram uma série de dinâmicas que podemos desenvolver com nossos alunos. A socialização, a elaboração de perguntas, a produção de textos em grupo, são aspectos que podem ser trabalhados com dinamismo e criatividade.

Debate reflexivo sobre letramento


O debate sobre letramento que realizamos na escola, foi extremamente enriquecedor. A troca de idéias e experiências é muito gratificante. Mesmo aqueles com muitos anos em regência estão sempre dispostos a aprender... Obrigado aos colegas que pararam suas obrigações para colaborar com a atividade.
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Por que surgiu a palavra Letramento?
Magda Becker Soares

A palavra analfabetismo nos é familiar, usamos essa palavra há séculos, ela já está presente em textos do tempo em que éramos colônia de Portugal. É um fenômeno interessante: usamos há séculos, o substantivo que nega (a (n) +alfabetismo = privação de alfabetismo) e não sentíamos necessidade do substantivo que afirmasse: alfabetismo ou letramento. Por que só agora, no fim do século XX, a palavra letramento tornou-se necessária?
Palavras novas aparecem quando novas idéias ou novos fenômenos surgem. Convivemos com o fato de existirem pessoas que não sabem ler e escrever, pessoas analfabetas, desde o Brasil Colônia, e, ao longo dos séculos, temos enfrentado o problema de alfabetizar, de ensinar as pessoas a ler e a escrever; portanto, o fenômeno do estado ou condição de analfabeto nós o tínhamos ( e ainda temos...), e, por isso, sempre tivemos um nome para ele: analfabetismo.
À medida que o analfabetismo vai sendo superado, que um número cada vez maior de pessoas aprendem a ler e a escrever, e à medida que, concomitantemente, a sociedade vai se tornando cada vez mais centrada na escrita (cada vez mais grafocêntrica), um novo fenômeno se evidencia: não basta apenas aprender a ler e a escrever. As pessoas se alfabetizam, aprendem a ler e a escrever, mas não necessariamente incorporam a prática da leitura e da escrita, não necessariamente adquirem competência para usar a leitura e a escrita, para envolver-se com as práticas sociais da escrita: não lêem livros, revistas e jornais; não sabem redigir um ofício, um requerimento ou uma declaração; não sabem preencher um formulário; sentem dificuldade para escrever um simples telegrama ou uma carta; não conseguem encontrar informação num catálogo telefônico, num contrato de trabalho, numa conta de luz ou numa bula de remédio... Esse novo fenômeno só ganha visibilidade depois que é minimamente resolvido o problema de analfabetismo e que o desenvolvimento social, cultural, econômico e político traz novas, intensas e variadas práticas de leitura e escrita, fazendo emergir novas necessidades, além de novas alternativas de lazer. Aflorando o novo fenômeno, foi preciso dar um nome a ele: quando uma nova palavra surge na língua, é que um novo fenômeno surgiu e teve de ser nomeado. Por isso, e para nomear esse novo fenômeno, surgiu a palavra letramento.
Alfabetização: ação de ensinar/ aprender a ler e a escrever.

Letramento: estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva e exercer as práticas sociais que usam a escrita.

Cultiva = dedica-se a atividades de leitura e escrita.
Exerce = responde às demandas sociais de leitura e escrita

Contudo, alfabetizar refere-se ao processo de ensino e aprendizagem da língua escrita e estar alfabetizado diz respeito às competências e habilidades construídas por alguém que já compreende o sistema de escrita. É fundamental para o professor saber quais conhecimentos aquele que já está alfabetizado construiu, pois as atividades de ensino da prática de alfabetização devem tematizar esses mesmos conhecimentos de tal forma que o aluno possa dele apropriar-se.
A alfabetização é um processo que se insere em outro mais amplo, que é o letramento, do qual é parte constitutiva. Nessa perspectiva, a alfabetização pode ser entendida como o processo de compreensão do sistema de escrita, inevitavelmente inserido em outro, mais amplo, que implica a aprendizagem da linguagem escrita e de seus usos sociais possíveis - o letramento.

Questões fonéticas e fonológicas

A fonética e a fonologia se encarregam dos sons e de sua organização na língua.
Os educadores, principalmente os das séries iniciais devem conhecer as fases que as crianças passam até que possam ler. Munidos dessas informações o professor será capaz de oferecer atividades adequadas a essa criança e ajudá-la a passar para a etapa seguinte. Segundo Cagliari em Alfabetização e Lingüística, São Paulo, Scipione, é preciso não corrigir demais as crianças: deve-se dar tempo para que aprendam e incentivar a autocorreção, a autocrítica. Quanto mais se tenta facilitar, orientar e corrigir tudo o que a criança faz, menos ela reflete sobre sua ação.

Jonas Ribeiro e André Neves - O grande encontro

Foi um momento muito especial conhecer esses dois grandes autores da literatura infanto-juvenil brasileira. Jonas Ribeiro é extremamente carismático, o que mais me encanta em suas 0bras é a ternura com que trata de assuntos tão delicados, como por exemplo o álcoolismo, em a "História vazia da Garrafa Vazia" .


É necessário que vejamos nossos alunos como figuras humanas capazes de desejar, de sentir...

Variações Linguísticas


Variações Lingüísticas – “Formas diferentes de dizer a mesma coisa”.

A língua é reflexo da sociedade e principalmente da família, o nosso primeiro grupo social. Traços de personalidade e comportamento ficam evidenciados em nossa fala.
O sistema gramatical que normatiza a língua portuguesa escrita não prevê usos alternativos, porém algumas tendências como o Lambdacismo( troca de r em l) ou o Rotacismo( troca de l em r), são frequentes na linguagem falada (galfo ao invés de garfo), e por vezes se refletem na linguagem escrita. O que devemos perceber é que n
ão existe certo ou errado quando se trata da linguagem falada, o que importa é que haja comunicação, ao contrário quando se trata da linguagem escrita temos que seguir a norma padrão.

A escola deve alertar para a existência do preconceito linguístico, criticá-lo e impedir a sua propagação.

Letramento


Letramento é o uso, a aplicação social da linguagem. Na vida temos diversas possibilidades de ampliar nosso conhecimento para fazer uso das informações.
Antes da palavra surge uma leitura de mundo. É necessário o desenvolvimento da escrita formal dos códigos. Os alunos devem perceber a transição da linguagem oral à escrita, sem perder a bagagem da linguagem.
A alfabetização é um dos passos para o letramento, ela dá consciência do mundo dos signos.

O professor letrador, não é um simples transmissor de conhecimentos, é acima de tudo um facilitador da aprendizagem. Não é uma tarefa fácil, porém deve fazer parte de nossa prática pedagógica.

Leitura dos três olhares (Texto).

A leitura dos três olhares nos oferece a oportunidade de sermos “professores pesquisadores”:
1° olhar: É aquele com o qual observamos as idéias principais, os objetivos do texto;
2° olhar: É a leitura interpretativa do texto em que os marcos textuais e as inferências do texto são trabalhadas.
3° olhar: É sair do texto, buscar outras possibilidades, relacioná-lo a outros recursos.

Com essa visão do texto estaremos abrindo horizontes, ampliando a compreensão de mundo dos nossos alunos.

Celulares só faltam dominar o mundo

Texto para apresentarmos sugestões de aula.
http://www.overmundo.com.br/banco/celulares-so-faltam-dominar-o-mundo

Aula do dia 03/04/08

Hoje iniciamos o curso de Alfabetização e Linguagem. Fui muito bem recebida pelos colegas de área específica, espero que possamos compartilhar nossas experiências em prol da melhoria do ensino da Língua Portuguesa.